A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) deflagrou nesta segunda-feira (18) a 11ª fase da Operação Mute, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, com foco no combate às comunicações ilícitas dentro dos presídios. Em março teve a 10ª fase da operação.
A operação acontece com revistas nas celas, com o objetivo de identificar e retirar aparelhos celulares e outros materiais ilícitos. A operação busca interromper a comunicação entre internos e para fora dos presídios, reduzindo a influência de organizações criminosas.
Em todo o país, as ações contam com o uso de equipamentos como scanners corporais, raio x, drones e bloqueadores de sinal, ampliando a capacidade de fiscalização dentro das unidades prisionais.
Desde 2023, quando deflagrada, a operação já resultou na apreensão de milhares de aparelhos celulares em presídios brasileiros, além de fortalecer o controle interno e a segurança nas unidades.
10ª fase da operação
Durante a operação foram realizadas revistas em pavilhões e celas das penitenciárias. Em todo o país foram inspecionadas 4.837 celas. Para isso, participaram das ações 35.056 policiais penais.
Nesta fase, foram investidos R$ 59 milhões. A ação incorporou tecnologias avançadas de inteligência, como equipamentos táticos de revista eletrônica, georadar de penetração no solo e kits portáteis de varredura.
FONTE: MIDIAMAX




