Marun alegou que Itaipu está tendo prejuízo com a manutenção da sua exoneração do cargo de conselheiro: vale tudo pelo salário de R$ 27 mil (Foto: Arquivo)

A falta de experiência exigida na Lei das Estatais e o cargo de dirigente do MDB levaram o desembargador Rogério Fraveto, a votar pela exoneração do ex-ministro Carlos Marun do Conselho de Administração da Itaipu Binacional. Na terça-feira (3), a 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre (RS), deve concluir o julgamento e decidir sobre a manutenção do emedebista no emprego dos sonhos – salário de R$ 27 mil por mês para participar de uma reunião a cada 60 dias.

A mamata foi recompensa do presidente Michel Temer (MDB) ao fiel escudeiro. Marun ganhou notoriedade nacional como principal defensor do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), preso e condenado a 14 anos por corrupção na Operação Lava Jato. Ele também virou Pitbull de Temer ao defende-lo das denúncias por corrupção, organização criminosa e cobrança de propina da JBS.

Fonte: EDIVALDO BITENCOURT – O Jacaré