Após o prazo da janela partidária, mesmo sem os vereadores conseguirem mudar de sigla, o período apresentou algumas mudanças na Câmara de Campo Grande. Apesar de a maioria ainda tentar disputar cargos nas Eleições de 2026, alguns desistiram e devem atuar nos trabalhos internos voltados ao partido.
Dos 29 vereadores de Campo Grande, 12 deles já adiantam que não devem tentar uma vaga na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) ou na Câmara Federal. Beto Avelar (PP), Delei Pinheiro (PP), Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), Dr. Jamal (MDB), Dr. Lívio (União), Jean Ferreira (PT), Fábio Rocha (União), Landmark (PT), Professor Riverton (PP), Ronilço Guerreiro (Podemos), Otávio Trad (PSD) e o presidente da Casa, Epaminondas Neto (PSDB), alegam que pretendem concorrer às Eleições de 2026; alguns dizem que só devem entrar na disputa a mando do partido.
Apesar de ter vereador que vai disputar a Câmara Federal, a maioria quer mesmo uma vaga na Alems. São eles: Ana Portela (PL), André Salineiro (PL), Clodoilson Pires (Podemos), Victor Rocha (PSDB), Flávio Cabo Almi (PSDB), Herculano Borges (Republicanos), Junior Coringa (MDB), Leinha (Avante), Luiza Ribeiro (PT), Maicon Nogueira (PP), Neto Santos (Republicanos), Silvio Pitu (PSDB), Veterinário Francisco (União) e Wilson Lands (Avante).
A Câmara Federal pode ser disputada por pelo menos três dos 29 parlamentares. Professor Juari (PSDB) deve tentar o cargo em Brasília. Rafael Tavares (PL) ressalta que aguarda o posicionamento do PL, mas não descarta a possibilidade. Por fim, Marquinhos Trad, que era do PDT, recentemente se filiou ao PV para concorrer ao cargo em Brasília.
Mesmo sem ter direito ao período da janela partidária, Marquinhos diz que conseguiu uma carta de anuência do PDT para se filiar ao PV. O documento foi contestado pelo presidente do diretório estadual do PDT, Carlos Eduardo Gomes, já que quem assinou foi o vice, Enelvo Felini.
O caso pode ir parar na Justiça, já que Carlos diz que a carta de anuência não teria validade, pois o documento não teria sido assinado por ele. Na contramão, Marquinhos alega que o presidente reside no Estado do Rio de Janeiro e, na ausência dele, quem assume é o vice.
FONTE: MIDIAMAX




