
(Foto: Marcos Ermínio)
Como antecipou há pouco o Jornal Midiamax, a Câmara de Campo Grande rejeitou, por unanimidade, o texto que aumentava o salário do prefeito dos atuais R$ 20,4 mil para pouco mais de R$ 35 mil.
A Mesa Diretora apresentou uma subemenda modificativa, que retirou da Lei Orgânica do Município, o trecho que reajustava o salário do prefeito, vice-prefeito, secretários e diretores de entidades com base no salário de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).
Foram 28 votos aprovando a subemenda, e nenhum contrário. “Isso prova que há renovação de verdade na Casa”, disparou o vereador Vinicius Siqueira (DEM). Segundo o democrata, outras Câmaras do país não ouviram ‘a voz das ruas’ e aprovaram aumento para agentes políticos.
O 1º secretário da Casa, vereador Carlão (PSB), agradeceu os movimentos sociais e até a população que foi à Câmara protestar. Segundo ele, os parlamentares entenderam que ‘cabia retroceder no reajuste do Executivo.
Cobrança
“Quem ia ser beneficiado com esses aumentos já sabia de tudo. Eu quero que o jogo seja bem aberto, não quero mais ser envolvido em coisas que se falam lá e depois aqui muda tudo”, disparou o líder do PP na Casa, vereador Valdir Gomes, em referência à manifestação negativa da Câmara.
O líder do PSDB, vereador Delegado Wellington, disse que restante da Lei Orgânica “só beneficia Campo Grande”.
Carlão explicou que a uma das alterações na Lei Orgânica, e positivo para Capital, é que agora, por exemplo, a fiscalização do legislativo nas unidades de saúde não depende mais do aval do Executivo.
Fonte: Ludyney Moura e Evelin Cáceres – Midiamax




