O Governo de Mato Grosso do Sul inseriu um membro do Ministério Público no Comitê da Rota Bioceânica. A inclusão consta no DOE (Diário Oficial do Estado) desta sexta-feira (17).

O foco dos trabalhos são os corredores bioceânicos, em busca de potencialidades e alternativas aos entraves existentes.

Já faziam parte da composição de representantes do grupo: a Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação); Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística); SES (Secretaria de Estado de Saúde) Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), SED (Secretaria de Estado de Educação), PGE (Procuradoria-Geral do Estado), Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Alems (Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Escritório Estadual de Relações Internacionais da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica, e Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura).

Além disso, o grupo conta com representantes de entidades da sociedade civil. Participam Setlog-MS (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística), Sebrae-MS (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso do Sul), Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul), Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Fecomércio (Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Mato Grosso do Sul), Faems (Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul), e OCB-MS (Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul).

Rota Bioceânica

Mato Grosso do Sul está no centro de uma obra ambiciosa para a logística e a integração comercial internacional: a Rota Bioceânica, também chamada de Bioceânica de Capricórnio. O corredor vai ligar o Brasil ao litoral do Pacífico, atravessando o Paraguai, a Argentina e o Chile.

A ponte do lado brasileiro encerrou 2025 com 80% de conclusão e previsão de entrega para o primeiro semestre de 2026. Mas, afinal, por que essa ponte representa uma mudança tão significativa para a economia do país, especialmente para Mato Grosso do Sul?

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O corredor efetivamente reduzirá tempo e custo do transporte até os portos do Pacífico, além de beneficiar o agronegócio e o setor exportador.

A rota também reduzirá em até 17 dias o transporte Brasil-Ásia, consequentemente gerando economia no escoamento de produtos. Vale destacar que a China é um dos principais parceiros comerciais e grande importadora de carne produzida em Mato Grosso do Sul.

Para o Estado, a rota representa uma verdadeira transformação estrutural: corredores rodoviários aprimorados, acesso facilitado à logística internacional e um novo canal para exportações. Dessa forma, MS ganha competitividade para seus produtos, sobretudo carnes e commodities agropecuárias.

 

FONTE: MIDIAMAX